Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

02 setembro, 2016

Do vai e vem da doçura...

41! Esse foi o número da madrugada, anteontem.
Levanta, compensa, dorme de novo. 

Aí acorda, percebe que tem algo estranho. Levanta, mede: 43!
Come, compensa, espera, mede de novo: 124. Ufa!!

Dia que segue com encontro com a família pra exposição no CCBB, um lanchinho por lá e almocinho depois; a doçura já tinha chegado nos 190. Não corrigi, porque num ato falho esqueci de colocar as agulhas da caneta de insulina na bolsa. 

Casinha, umas pesquisas, uma saída rápida pra resolver algumas coisas, na volta a organização dos afazeres da semana e hora do jantar.
48 era o número!

Vale prêmio com três registros abaixo dos 50 num dia?? 

Brincadeiras à parte, tratei de correr pra fazer esse mg/dL subirem e logo entrei em contato com a minha endócrino.

Para poder passar uma visão melhor de como anda a doçura, informei a ela os registros dos 3 dias anteriores também. 

Glicemia de volta ao lugar, fui dormir mais tranquila. Mas o 'bom dia' de hoje veio, de novo, lá embaixo: 59 mg/dL.

Ainda não sabemos o que  está causando essas variações. Como precaução, hoje não teve Tresiba em jejum e a correção com a insulina de ação rápida vai ser só a partir de 120 mg/dL (geralmente, a partir de 91 mg/dL eu já faço).

Pode ser uma fase de lua de mel (já tive uma vez... conto sobre isso aqui, ó...). Pode ser que seja a ação mais duradoura da Tresiba e que por isso precise reduzir a dose da basal, pode ser que precise ajustar as doses das correções... Vamos monitorar para avaliar e então definir os próximos passos.





Realmente esse diabetes não é uma ciência exata! Mesmo depois de 90 meses - 7 anos e meio! - convivendo com a doçura, o imprevisto acontece. Mesmo depois de cerca de 8.000 agulhadas, a dúvida aparece.

Cada dia é um dia, cada dia é de um jeito. 








E eu sigo aprendendo... E dividindo! 
Conhecimento é melhor assim, quando dividido. Ainda que venha de uma situação não esperada e que chega dando um sustinho.

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