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Mostrando postagens de Setembro, 2018

Para quando é preciso ser resistência...

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Escuto de muita gente o quanto é bacana e legal a forma como eu me cuido e cuido da minha doçura. A minha resposta para isso é sempre a mesma: "não é legal não, é que se não for assim, a gente morre". Entre o tom de brincadeira e o de seriedade, o que digo é a mais pura verdade. O que me faz buscar o cuidado com o diabetes é a vontade de viver, no sentido pleno e absolutamente literal. A vontade de seguir fazendo as coisas que eu gosto e que me fazem feliz, sem restrições. Meço, aplico, confiro, conto, calculo... uma vez, duas, três, inúmeras. Todos os dias. Todos! E sabe por que? Porque é a maneira mais eficaz de alcançar um controle, o mínimo controle que seja. A 'segurança' por trás de glicosímetro, sensor, agulhas, canetas. Outra coisa que eu escuto de muita gente é que tenho um jeito leve de ver a vida. Positiva, otimista... Sim, isso sim! Sempre busco acreditar que as coisas, por mais complicadas ou complexas que sejam, vão se resolver. Que em tudo po

Consulta Pública: o DM2 e o coração...

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Já contei para vocês sobre o Movimento Para SobreViver . A campanha lançada em julho deste ano vem para trabalhar no cuidado dos idosos com diabetes tipo 2 e na prevenção do desenvolvimento das doenças cardiovasculares (DCV). Agora está no ar uma consulta pública sobre a inclusão de um medicamento no protocolo de tratamento do sistema público de saúde através do SUS, para pessoas diagnosticadas com DM2 e que tenham desenvolvido uma DCV. Trata-se da EMPAGLIFOZINA. - Ah, mas por que incluir um novo medicamento no protocolo de tratamento? De acordo com estudo desenvolvido pela Boehringer Ingelheim , este medicamento " reduziu significativamente o risco de morte cardiovascular, infarto não fatal e AVC / derrame não fatal em 14% quando associado ao tratamento padrão, em pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular ." Mais: " houve uma redução de 38% no número de mortes cardiovasculares ...". Idosos com DM2 têm maior chance de desenvolver este tipo

Colômbia, con mucho gusto!

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Para mim, viajar é um dos grandes prazeres da vida. A cada nova viagem, uma nova visão de mundo. Mais cultura, mais conhecimento, mais alegria, mais vontade de sair por aí e seguir explorando o planeta. Um dos medos que eu tive no meu diagnóstico foi justamente o de não poder mais viajar. Na minha falta de entendimento sobre a condição, eu cheguei a pensar que o diabetes se tornaria um fator impeditivo. Não! Não mesmo. Mas isso só foi possível porque eu decidi aprender sobre o diabetes e me dispus a ficar de bem com ele. Hoje, com a saúde e a doçura numa boa, nada me impede de fazer o que eu gosto e nem de viajar! O destino desta vez foi a Colômbia. Foram 6 horas de voo. 8 dias pelo país que tem 10.000.000 de habitantes na capital está a aproximadamente 2.600m acima do nível do mar com 2 horas a menos de fuso horário. Foram 35 agulhas 1 dose a menos de insulina basal por dia 1 tirinha para testar cetona 19 hipoglicemias registradas 20 episódios de hiperglicemia Ce