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Mostrando postagens de Março, 2022

Pra criar - e manter - um bom hábito!

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Para criar um novo hábito, é preciso dedicação, insistência, repetição. Seja no trabalho, na atividade de lazer que está sendo descoberta, no desenvolvimento de um talento específico e até - no meu caso - na prática de atividades físicas.  Desde fevereiro venho buscando me dedicar por 20 ou 30 minutos diários ao exercício.  Se não der, 10 minutinhos.  Se não puder todo dia, venho tentando pelo menos duas ou três vezes por semana. Não foi de repente e não foi por uma paixão que surgiu pela endorfina...  Foi por um desafio do bem lançado pela equipe de trabalho.  Sim, isso mesmo. Por questões de saúde e bem estar de todos!  Assim seguimos: uma competição saudável que estimulou até aqueles mais travados pela preguiça (eu mesma!) a levantar do sofá e começar a mexer o corpo.  E, surpreendentemente, fui tomada pela vontade de fazer cada vez mais.  Um dia de pilates de solo no meio da sala, em casa mesmo. Alguns dias aproveitando o mar da viagem de férias para garantir umas boas braçadas. Ou

Uma boa viagem!

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O mar cura.  Amar cura.  Viajamos eu e Rafa.  Precisávamos desses dias de sossego, riso, choro, calma, sono, preguiça. De calor, de mergulho, de aventura, de registros iluminados dessa nossa caminhada juntos.  Há dois anos vinha esperando por férias efetivamente sentidas como férias. E agora, depois de viver a pandemia com todo cuidado, precaução e respeito, decidimos viajar e aproveitar o - merecido - tempo de descanso para curar mente e corpo. Das dores pandêmicas de tanta perdas geradas pela irresponsabilidade dos nossos governantes, das dores físicas geradas pela falta de movimento trazida pelo isolamento, das dores do coração que eventualmente surgem em momentos de decisões difíceis...  Como esses dias foram importantes e fizeram bem.  Fomos para Ilha Grande e, aos quarenta e cinco do segundo tempo, decidimos complementar a viagem com uns dias em Paraty.  Vacinados com as três doses, conseguimos curtir sem o grande receio que até então vinha acompanhando todos os passos dados. A I

13 anos: por isso tudo, eu só agradeço!

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Treze anos atrás, depois de confirmar o diagnóstico de diabetes tipo 1, eu aplicava a primeira dose de insulina de um tratamento que ainda era um pouco nebuloso, mas que eu já sabia que seria o responsável por salvar a minha vida.  Desde então, todos os dias são de começar e terminar dando um confere na doçura! Primeira tarefa do dia: medir a glicemia. Última tarefa do dia: medir a glicemia.  Isso é inegociável, daquelas funções do dia que eu não abro mão.  - Ah, mas você é toda certinha.  - Nossa, é tão legal você se cuidar tanto... Essas são algumas das coisas que eu venho ouvindo nesse tempo todo.  Sim, sou toda certinha.  Não, não me cuido porque é legal. Me cuido porque se não for assim, eu realmente vou ficar doente.  O diabetes tipo 1 não me caracteriza como uma pessoa doente. Eu sou diabética - inclusive, não me incomodo de ser chamada ou identificada assim - e me cuido justamente para que não me torne uma pessoa com complicações ou qualquer questão mais grave de saúde.  E se t

Crônicas do Isolamento -- De um (não) carnaval que passou

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Não teve Carnaval. Mas teve. E por já imaginar que seria assim, a decisão por sair do Rio nesses dias foi a mais acertada.  Não é novidade que eu vivo o Carnaval de corpo, alma e coração.  Então eu sabia que se ficasse por aqui e houvesse uma fagulha - pequena, que fosse - seria o suficiente para acender o fogo da folia e me fazer ir para a rua. Por mais consciente que eu seja. Por mais racional que eu me mantenha nesses tempos ainda pandêmicos.   E se por um lado eu sou contra porque entendo que ainda é arriscado, que ainda é preciso respeitar e prezar pelo coletivo, por outro eu sou a favor porquê, afinal, pode tudo. Pode festa fechada, pode mega evento, pode estádio de futebol, só não pode o Carnaval.  Cancelar a festa do povo, a festa das comunidades, enquanto se mantém todo o resto com autorização para acontecer é incompreensível. Pode deixar lotar espaços fechados, mas não pode deixar o Carnaval se espalhar pela Avenida, sob o céu azul de verão do Rio de Janeiro? Fiquei sentida.