Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

25 junho, 2013

(R)evolução das células...

Uma palestra feita pelo Dr. Carlos Eduardo Barra Couri, em Março deste ano, mostra como está o estudo e a aplicação de células tronco no tratamento de Diabetes tipo 2.

Uma parte da palestra é bem técnica, mas ainda assim é legal assistir e conhecer os resultados vistos até aqui.

O ponto focal é que as células tronco auxiliam as células beta do pâncreas a voltar a produzir insulina.

Dos 10 pacientes que participaram de um dos estudos, 8 tiveram as doses de insulina reduzidas e 2 tiveram as doses suspensas!


Estes gráficos mostram a evolução dos 2 pacientes: no paciente 1, em 7 dias o uso da insulina deixou de ser necessário; no 2, após 45 dias de acompanhamento a insulina também pôde ser suspensa.

Em uma outra pesquisa, foram analisados 118 pacientes, divididos em 2 grupos submetidos a diferentes tratamentos: no primeiro, somente com insulina; no segundo, insulina e células tronco.

Apenas 16% dos pacientes não tiveram alteração nas dosagens de medicamentos:


 Os demais tiveram redução ou a suspensão do uso.

Atualmente está em avaliação a necessidade de novas infusões de células tronco alguns anos após a primeira.

Um ponto importante que o Dr. Carlos Eduardo coloca desde o início é que quando se pensa em células tronco, logo se considera que ela seja embrionária. Mas como já foi até falado por aqui, para o tratamento de diabetes tem-se utilizado a célula tronco Pluripotente Induzida, que é produzida através de células adultas.

Outra coisa que ele faz questão de lembrar é que este é um tratamento terapêutico, mas que de forma alguma substitui os bons hábitos. Então, nada de deixar a responsabilidade de lado: alimentação saudável e exercícios físicos regulares devem continuar como prioridade!

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