Forró do Libre....

Essa é a aventura do Libre no 'lombo'...
Como??

Apliquei o Libre no flanco.
Naquela parte gorduchinha (a minha tá bem gordinha!!) das costas.
Pela primeira vez, desde que comecei a usar o sensor, resolvi testar um lugar diferente do que o fabricante recomenda.
A Abbott indica que a aplicação deve ser somente nos braços. Respeitei isso por 4 anos. Não por ser absolutamente cartesiana e fazer tudo como rege o manual, mas por saber que custa caro e não querer correr o risco de perder um libre por erro de uso.

- E por que decidiu usar agora?
Porque os bracinhos estavam pedindo um descanso! 

De uns tempos para cá, minha absorção de insulina quando aplicava na perna diminuiu bastante. Percebi isso observando os resultados de glicemia medidos após as refeições (por isso é tão importante verificar a glicemia pós-prandial). Então, minha endócrino me orientou a não usar mais as pernocas...
Com isso, o rodízio de aplicações passa pelo braço com muito mais frequência. A consequência é que o bracinho saturou com o Libre também.

Juntei os fatos: braço pedindo descanso, 'sossego' da quarentena e, com isso, estar menos exposta aos incidentes pelos caminhos. Era chegada a hora!

Respirei fundo e apliquei!!
Senti uma ardência, mas nenhum grande incômodo. No fundo, estava com receio de fazer uma besteira e perder o sensor antes mesmo de aplicar. 
Depois, foi só tranquilidade. Achei mais confortável e menos arriscado para quem é estabanada como eu - andava pela casa mais tranquila, sem medo de bater com o bracinho nas portas. Nos primeiros dias, passava o sabonete e a toalha em cima do sensor, esquecendo que estava ali. E, esquecendo que estava ali, ia certeira medir no braço!! A força do hábito...
A hora de dormir foi na tranquilidade também, o fato de estar com o sensor no flanco não me trouxe qualquer preocupação.

Enfim, os 14 dias seguiram sem incidentes!
Esse forró de brincar com o Libre em um novo lugar foi mais do que aprovado. 
Agora, de volta ao padrão: sensor novo aplicado no braço. 
"Devagar com o andor, que o santo é de barro"... sigo prezando pela confiabilidade do sensor, sempre na busca pelo melhor controle possível!



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