Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

03 janeiro, 2017

2017: valendo!

Pé na estrada pra receber 2017! 

Paraty foi o destino da vez. Mar e montanha por todos lados, cachoeira e até banho de chuva na rua. 
Alma lavada!!

O sossego só não foi maior por conta da lotação da cidade... mas é assim né, viajar em feriados dá nisso.



Quando a gente se mexe a doçura fica tinindo, nenhuma novidade. Mas é sempre bom comprovar isso na prática. 

Na água ou nas ruas de pedras da cidade, a atividade foi grande. Exercício sem nem sentir e nos dois últimos dias foi preciso reduzir a dose da insulina basal.

Nesses 5 dias fora, acho que só precisei usar a insulina de correção umas duas ou três vezes. Até sobremesa rolou sem correção e sem alterar a glicemia!! 

E como acontece em cada vez que viajo, fui munida de tudo que precisava: meus lanchinhos variados, insulinas - incluindo canetas extras, bolsinha térmica e todos os insumos que pudesse precisar. No mais, docinho ali pela casa dos 100mg/dL, em média. Tão bom!!!





Tudo perfeito? Não. Mesmo ficando de olho nas glicemias com freqüência, teve hipo também. Antes do jantar na última noite lá... Um melzinho enquanto esperava o prato e quando compensei me liguei de como estava irritadinha antes. Quase atropelei uma mocinha andando na rua, que não decidia se ia ou se ficava. Ai ai ai! Juro que eu passo batida nesse sintoma tão clássico. Sempre acho que não me altero, mas a verdade é que fico um pouco alterada sim.

Pois bem, mesmo sem corrigir os carboidratos da refeição, na madruga a doçura caiu de novo. Coca-Cola pra compensar e mais algumas horinhas de sono me esperavam.

De volta em casa, só penso que a minha dedicação ao meu tratamento e à minha vida doce é minha maior e grande meta deste e de todos os anos.

Porque quando eu estou bem, eu não tenho limites.
Terra, mar, ar; qualquer canto é lugar! 


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