Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

18 julho, 2015

O dia do prato...

Se no último post o assunto foi o supermercado, hoje vamos para os restaurantes por quilo.

Com tantos deles espalhados pelas cidades, atualmente é até mais fácil achar os que se destacam e sempre tem diferentes saladas, algumas boas opções de legumes, arroz ou massa integral, os que usam produtos orgânicos.
Fazer um prato saudável não é assim tão complicado - aqui vale aplicar a regra do mercado: se estiver com muita fome, o racional desanda e o equilíbrio da refeição cai por terra!

Mas uma coisas que vem me chamado a atenção há algum tempo é o uso de açúcar no preparo dessas comidas. E a grande questão é que isso não vem indicado.

Sempre que vou comer fora de casa procuro evitar molhos de tomate, de carne, etc., porque sei que nestes casos é usual o uso do açúcar para tirar a acidez.
(Claro que também existe a opção de usar a insulina de ação rápida para correção desses carboidratos a mais, e quando acho que vale a pena, utilizo este recurso a meu favor... mas penso que não preciso fazer isso a todo tempo se tenho a possibilidade de uma outra escolha)

Enfim, apesar de já vir prestando atenção e tentando focar nas alternativas mais simples, de vez em quando sou surpreendida pelo saber 'doce' que vem do prato!



Na última semana, almocei em um restaurante que gosto bastante e que é um dos que considero mais fáceis no sentido de buscar uma refeição equilibrada e gostosa.

E lá fui eu: folhas verdes, tomate, cenoura, palmito com nozes; arroz integral; carne seca desfiada com cebola; quibebe de abóbora.
Na primeira garfada o sabor do quibebe já me deu a certeza de que tinha açúcar. E pela doçura absoluta que era claramente perceptível, tive certeza que a quantidade não era pouca...





Comi, mas me arrependi de não ter chamado a gerente da casa para conversar. Sem brigas, somente para explicar que isso pode ser um grande fator complicador para algumas pessoas - e, cá entre nós, mesmo para quem não convive com o diabetes, a adição de açúcar não é necessária.

Sei que se for pensar desta maneira, terão outras restrições: sal em excesso, alimentos que podem dar reações alérgicas...
Mas que pelo menos então sejam indicados todos os ingredientes que compõem cada um dos pratos que estão ali dispostos.
Que tal? Mal não faz, certo!

Fica a dica, que é de uma medida prática, fácil e que certamente vai ajudar muita gente no momento de decidir o que comer.



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