"Liberdade, liberdade"...

Já ouvi falar sobre a evolução dos sensores com o Libre 2 e o Libre 3. Mas, sabendo que ainda não tinha previsão de chegar por aqui, deixei de lado e nem me aprofundei em entender quais eram as novidades que eles trariam...

Mas hoje, acompanhando o G7 Summit - evento apresentado por sete médicos especializados em tratamento do diabetes - a curiosidade bateu forte! 
Isso sem contar a ansiedade agora pra ter logo o Libre 3 em terras brasileiras. 

Sim, já posso pular o Libre 2 e ir direto para o 3 e vou contar o porquê.

O Libre 3 vem todo diferente! 
A começar pelo fato de que não será mais necessário o leitor.: basta o celular e tudo acontece como mágica (ou quase...).
Com o Libre 3, as leituras de glicemia serão feitas a cada minuto e as informações imediatamente enviadas para o aplicativo no celular. Isso mesmo: a gente não vai precisar nem escanear o sensor!! 
Outra coisa boa é que o sensor é bem menor que o atual:


É praticamente o sensor trabalhando 'sozinho' no monitoramento da glicemia. 
Um sonho! 

Voltando ao Libre 2, ele tem uma evolução importante: o sensor vem com uma opção de ativação de alarmes para alerta de glicemias. Você define o intervalo de glicemias para o qual o alarme desse ser ativado e automaticamente o sensor vai enviar uma mensagem para o seu celular indicando que você precisa medir a doçura. 



Achei bem útil! Uma hipoglicemia severa ou até mesmo uma hipoglicemia durante a noite podem ser evitadas com este alerta. 
O leitor é diferente do que vem no Libre (o inicial) e, nesse caso, seria preciso comprar o kit inicial novamente. 

As únicas coisas ruins, na minha opinião, é que não tem qualquer mudança em relação ao local de aplicação (permanece a indicação atual, de usarmos no lado posterior do braço) e que ainda não tem previsão pra chegada desses sensores no Brasil, infelizmente.

Tomara que não demore! 
Eu, super usuária e fã do Free Style Libre, não vejo a hora de ter poder aproveitar os benefícios dos sensores mais evoluídos. 

Posso afirmar com absoluta certeza que os sensores tem uma grande parte de responsabilidade no melhor controle do meu diabetes. Acompanhar o comportamento glicêmico durante todo a noite ou após uma refeição ou até o efeito de um vinho ou uma cervejinha eventualmente me levam a um maior conhecimento sobre como a doçura se comporta. 

E a Abbott não para por aí. 
A notícia é que ela está se juntando a outras empresas para ampliar a atuação voltada ao cuidado do diabetes. Canetas inteligentes que se comunicam com o sensor e, a partir da glicemia medida sugerem a dose de insulina a ser aplicada; bombas de infusão contínua de insulina trabalhando com a informações do sensor... 

Sigo na torcida para que a indústria permaneça em constante evolução, sempre levando em conta o que é importante e funcional para nós, usuários e pacientes:




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