Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

07 julho, 2015

Pra seguir no caminho das células-tronco...





Há alguns anos vem sendo realizado um trabalho pioneiro no Brasil em busca de melhor qualidade de vida em pacientes com diabetes tipo 1, através do transplante de células tronco.

Já mostrei aqui como são as pesquisas e o trabalho iniciado pelo Dr. Julio Voltarelli, hoje conduzido pelo Dr. Carlos Eduardo Barra Couri, no Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto.








Dois pacientes deram depoimentos para a revista Vida Saudável e Diabetes no último mês, para falar sobre os 10 anos nos quais vem conseguindo se manter sem insulina após o transplante (infelizmente a matéria não está disponível para acesso online).

Eles seguem hoje com um acompanhamento diário das glicemias, alimentação saudável e prática de exercícios, mas um ponto que não deve ser esquecido é que não se trata de cura!

O tratamento é em caráter experimental, uma pesquisa. Por isso, faço questão de reproduzir o que um dos pacientes disse a respeito dessa vivência: "Eu não tomo nenhuma dose de insulina, mas não posso me esquecer de que tenho diabetes. É como o endereço da minha casa. Não preciso ficar me lembrando disso o tempo todo, mas sei onde moro e o cainho que preciso fazer para chegar lá."

Dois meses atrás o Dr. Eduardo deu uma entrevista para o Programa Como Será (acesse por aqui...).

A boa nova, além de todos estes resultados muito positivos e reais, é que eles ainda estão aceitando cadastros de novos pacientes que tenham interesse em participar da pesquisa com células tronco no Hospital de Clínicas.
Os únicos requisitos são: ter idade entre 18 e 35 anos e ter sido diagnosticado há no máximo 6 semanas.
Por que este prazo? Porque o tratamento se dá a partir de células beta do próprio paciente que ainda não tenham parado de produzir insulina.

Para se inscrever ou saber mais informações sobre a Pesquisa, entrem em contato diretamente com o especialista pelo email ce.couri@yahoo.com.br.

Minha torcida? Pela confirmação de que o transplante é mesmo o caminho mais curto para - quem sabe - a reversão do diabetes!


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