Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

02 maio, 2015

Pra ser escudo!






Vacina preventiva contra o diabetes: esta é a nova promessa que vem tomando tempo e dedicação de alguns especialistas mundo afora, inclusive no Brasil!






Recentemente o professor Ezio Bonifácio, que dá aula sobre diabetes no Centro de Terapias Regenerativas em Dresden, na Alemanha, liderou uma pesquisa com crianças de 2 a 7 anos, que tinham predisposição genética de desenvolver DM1. O objetivo dele era fazer com o organismo reconhecesse que as células produtoras de insulina não eram inimigas e, portanto, deixasse de auto-atacar.

As crianças receberam, por períodos que variaram de 3 a 18 meses, doses diferentes de insulina oral.

A insulina oral é em pó e não é comercializada, visto que tomada assim somente 1% alcança a corrente sanguínea. Por que então utilizar esta forma de insulinização no estudo? Porque assim ela estaria diretamente em contato com a mucosa e, portanto, com as células do sistema imune.

Depois de 4 anos de testes, os resultados mostram que de fato organismo passou a reconhecer a insulina e deixar de destruir o hormônio produzido pelo pâncreas.
A meta agora é expandir o grupo de crianças e fazer novas avaliações. Caso positivo, desenvolver então a vacina promissora! A previsão ainda não é tão animadora: mais uns 15 anos pela frente...

Enquanto isso, já há uma vacina em teste, que foi desenvolvida por especialistas da Universidade de Leiden, na Holanda, e Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Neste estudo, os mecanismos de defesa do sistema imunológico que fazem o ataque ao pâncreas são "desligados".
Os próximos passos são aumentar o número de pacientes em testes e avaliar os efeitos a longo prazo.

Por aqui, a boa notícia vem da Faculdade de Medicina de Jundiaí. O Biomédico Rodrigo Eduardo da Silva vem, há três anos, trabalhando com um projeto de regeneração das células beta, utilizando tecidos fabricados em laboratório.
O estudo vem sendo avaliado e aprimorado por outros especialistas, com uma expectativa de retorno em até 7 anos!

Que os estudos sigam, os especialistas persistam e que tenhamos o melhor resultado!!






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