~ cheia de charme, um desejo enorme de se aventurar ~
Por aqui, mais um carnaval vem chegando e meu corpo todo sente!
Sente arrepio, sente ansiedade, sente felicidade.
Sente a necessidade de insulina diminuir a cada ensaio...
Sente a necessidade de acompanhar a glicemia mais de perto ainda, pelo vai e vem de shows e fantasias e figurinos!
Sente arrepio, sente ansiedade, sente felicidade.
Sente a necessidade de insulina diminuir a cada ensaio...
Sente a necessidade de acompanhar a glicemia mais de perto ainda, pelo vai e vem de shows e fantasias e figurinos!
O carnaval, aqui, é sentido do dedinho do pé aos fios de cabelo!
E no diabetes também: a atenção com o sapato adequado, a meia que não machuca, a alimentação equilibrada pra fortalecer e garantir energia necessária, a bolsa térmica pra carregar a insulina para lá e para cá protegida do calor.
O planejamento é no detalhe, para não perder tempo para nada que não seja a alegria da Folia de Momo.
O planejamento é no detalhe, para não perder tempo para nada que não seja a alegria da Folia de Momo.
No próximo domingo a gente já coloca nosso Bloco Fogo e Paixão na rua e, como todo ano, já tem um misto de euforia e tensão guiando as horas! Isso tudo vira uma explosão de catarse ao primeiro apito do nosso mestre, mas até esse momento de fato acontecer, a casa brilha, vira barracão e o sono divide espaço com a cabeça a mil já pensando em tudo que precisa dar certo no grande dia.
(aliás, alô sol, te esperamos na Praça!!)
O Carnaval, aqui, é celebração da alegria de ser, de viver.
O Carnaval, aqui, é tratado assim mesmo com nome em letra maiúscula, porque ele chega para ajudar a lembrar que há sempre um 'respiro' na correria dos dias.
O Carnaval, aqui, é tratado assim mesmo com nome em letra maiúscula, porque ele chega para ajudar a lembrar que há sempre um 'respiro' na correria dos dias.
O Carnaval, aqui, é para ajudar a não esquecer que irradiar diversão e brilho é tão necessário quanto as demais responsabilidades que a vida adulta carrega.
Eu tive a sorte de, desde o meu diagnóstico, ter o apoio e a orientação da minha endócrino para continuar carnavalizando sem riscos. Eu aprendi que o diabetes não é sentença, eu aprendi pela educação em diabetes que, com cuidado, acesso e entendimento da condição, era eu que assumiria essa relação e levaria o diabetes para ganhar a Avenida.
Assim eu vou, por aqui, deixando meu rastro de purpurina com gotas de insulina, samba no pé, tamborim na mão, emoção vazando pelos olhinhos e coração batucando no ritmo da bateria!
Chegou a hora!!

Comentários
Postar um comentário