Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

27 julho, 2015

Novo monitor, maior cuidado e menos risco!

Tem novidades na área!
Pela primeira vez desde o meu diagnóstico eu troquei de glicosímetro.
A partir de agora meu companheiro diário vai ser o FreeStyle Optium. 

Minha Super sugeriu a mudança por se tratar de um aparelho com mais recursos, em relação ao AccuChek Performa.

Nesse, além de medir as glicemias, é possível também medir a cetona, que indica a cetoacidose diabética. 

Aqui um parêntese para explicar do que se trata:
"Acontece quando os níveis de açúcar no sangue do paciente encontram-se muito altos e estão acompanhados do aumento da quantidade de cetonas no sangue também. 
Mas o que são as cetonas? 
O primeiro passo para que uma pessoa com diabetes entre em cetoacidose é a falta de insulina em seu organismo. (...) Quando há falta de insulina, duas situações simultâneas ocorrem: o nível de açúcar no sangue vai aumentando e as células sofrem com a falta de energia. Para evitar que as células parem de funcionar, o organismo passa a usar os estoques de gordura para gerar energia. Só que nesse processo em que o corpo usa a gordura como energia, formam-se as cetonas."

Portanto, com o novo monitor tenho um acompanhamento melhor da minha condição e um risco menor de uma complicação.
Além disso tudo, o FreeStyle permite inserir os dados das minhas doses pré-estabelecidas de insulina. 

Algumas diferenças práticas: o lancetador do AccuChek era mais fácil de usar, já que era um tambor com 6 agulhinhas... Este tem lancetas individuais, que precisam ser trocadas a cada medição. 
Mas, por outro lado, as tirinhas embaladas individualmente são melhores de manejar do que o potinho com 50 unidades do outro monitor, considerando que as vezes, quando puxava uma vinham duas ou três grudadas que acabavam caindo e então tinham que ser descartadas. 

Gestão do docinho mais acurada, vamos em frente, seguindo pelo caminho do cuidado e sempre pela melhor condição no tratamento!


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