Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

16 fevereiro, 2016

Furinhos com os dias contados...

Recentemente pedi que sugestões de vocês para assuntos que gostariam de ver / ler aqui no IP.
Para lembrar, os escolhidos foram:
- Contagem de Carboidratos
- Receitas saudáveis
- Medidor de glicose sem furos
- Estudos e pesquisas sobre a cura
- Diabetes e depressão
- A prática de atividades físicas para o controle de diabetes
- Bomba de insulina
- Tecnologias no controle do diabetes

Então, aproveitando uma boa nova, vou começar pelo terceiro tópico, o medidor sem furinhos.

Em Outubro de 2014 falei sobre o Libre, o glicosímetro da Abbott que funciona com um sensor preso ao braço... Nada de furinhos várias vezes ao dia!
Para reler na íntegra, é só clicar aqui.
Em resumo, não tem lancetas e nem gotinhas de sangue para medir a glicose na ponta de dedo. O sensor do Libre é trocado a cada duas semanas e a leitura é feita apenas passando o monitor sobre ele.
Ah, quanta praticidade, com a vantagem de que fica mais fácil fazer várias leituras ao longo do dia.

Naquela época, a previsão é que chegasse ao Brasil até 2015, mas segundo foi divulgado ano passado, a demanda foi maior do que a prevista e eles não deram conta de atender a todos os pedidos num primeiro momento.


Agora o fabricante anunciou que, finalmente, o Libre está aportando em solo verde e amarelo.

Não foi divulgada a data precisa e nem o preço de venda, mas eles abriram um cadastro para os interessados (nesse link --> FreeStyle Libre) e garantem que vão avisar assim que o glicosímetro estiver disponível.

Cadastro devidamente feito!!

Curiosidade e uma certa ansiedade para testar... E, claro, na esperança de que o preço seja viável!

Em breve volto ao tema, falando sobre as outras maneiras alternativas de medir a doçura que vem sendo analisadas pelo mundo: as lentes do google, a tatuagem do MIT e a que vem pela música, lá da Alemanha.

3 comentários:

  1. Boa noite, Juliana!
    Me chamo Renata. Sou uma mãe doce: meu filho,Ryan, 13 anos, foi diagnosticado diabético em out/2014. Estou encantada com seu blog...quantas notícias...relatos de um cotidiano "doce"...aprendizados importantes para compartilhar...Comprei uma revista para leitura de fim de semana (Vida saudável & diabetes) e li sua matéria. Interessei-me pelo blog. E aqui estamos, seus novos seguidores: Eu, Ryan e o pai,Kartney,rsrss...Prazer!Ah, e somos seus vizinhos aqui no Nordeste: João Pessoa - PB. Abração

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    1. Oi Renata!! Fico feliz por saber que ajudo vocês de alguma maneira. Diabetes não precisa ser um bicho de sete cabeças e com cuidado e aprendendo sempre, a gente pode viver numa boa!
      Obrigada pelo carinho e muita saúde pro seu Ryan e pra vocês! :)
      Beijo!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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