Nós temos a força!

Uma coisa em comum: o diabetes tipo 1 fazendo parte do dia a dia.
Dali em diante as conversas que mostraram, acima de todas as particularidades que a condição traz, um ponto de concordância máxima: falta informação! 

Nenhuma novidade, mas considerando que a conclusão veio de pacientes que são blogueiros, que buscam melhorar e estimular a divulgação e o esclarecimento, representa uma força em termos de mudança.

Sábado, na palestra do Dr. Mark Barone sobre os desafios dessa vida de docinho, tive a oportunidade de conhecer estas pessoas.
Cada um com a sua história e que trazem junto com seus tratamentos a vontade de dividir as experiências e mostrar que o diabetes não é uma trava, não impede nada e não tem que ser um estigma.

Recomendo conhecer e acompanhar...

Vale a pena conferir o que o Pablo, a Sarah e o Igor, a Sheila, a Carol e o Daniel tem a dizer.
Para quem tem DM, para quem tem um amigo ou familiar, até para quem não tem e não conhece ninguém com diabetes...

Sobre os desafios faço alguns destaques do que foi apresentado pelo Dr. Mark:
- Acabar com o mito do diabetes. É sério sim, mas não é um monstro!
- Colocar a informação ao alcance das pessoas, para evitar que sintomas não sejam percebidos e não haja um diagnóstico claro.
- Melhorar o acesso a medicamentos, insumos, consultas com especialistas e educação em diabetes.
- O tão sonhado controle glicêmico!

E as perguntas que ficam:
É possível? É fácil?

Para a primeira, a resposta é imediata: sim!
Para a segunda, a resposta não é tão direta... fácil não é, mas também não é impossível.

O que fazer para tornar mais simples?
Volto às dicas dele...
- Tomar cuidado com o mito que navega pela internet mais rápido que a informação de qualidade.
- Adquirir conhecimento e desenvolver habilidades.
- Dedicação e auto-cuidado!

Para ajudar, a recomendação de acompanhar as glicemias medidas. 
Planilhas, gráficos, seja como for, é importante entender o número... Analisar o resultado pode ajudar bastante a identificar o que interfere de maneira positiva e/ou negativa em termos de alimentação, comportamento, horários e rotina.

Por fim, mais dois livros na estante e um bate papo com o Dr. Mark que, por ser paciente além de ser médico, entende em absoluto os receios e o caminho traçado no sentido de uma melhor qualidade de vida.
Ainda temos muito a fazer, mas já percebemos que juntos pode ser mais rápido e mais eficaz!









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