Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

17 dezembro, 2012

Quando tamanho é documento!


Como fui "sorteada" com o DM1 - da minha família (primeiro e segundo graus) ninguém tem diabetes (ainda bem!) - não acredito muito nesse papo de que tem a influência de um fator hereditário...


E reforço minha teoria com o resultado do estudo realizado por profissionais da Universidade da Flórida, que mostra que o pâncreas de pessoas com diabetes é cerca de 50% menor que o de pessoas que não tem DM. A pesquisa, que avaliou os pâncreas de 164 doadores de órgãos, mostrou também que em quem tinha maior risco de desenvolver o diabetes tipo 1, os pâncreas eram 25% menor. 


E qual é a importância disso??
Prevenção!

A perspectiva é que estas avaliações possam, daqui a um tempo, ser feitas através de ressonância magnética nos pacientes.

Para mim, fica bem claro que tendo um fator real, físico, que possa ser monitorado diretamente na pessoa, aumentam as chances de frear - ou até evitar - o desenvolvimento do DM!

Mas ainda que não seja assim, de acordo com uma das pesquisadoras "ao entendermos como ele se desenvolve, podemos pensar em novas maneiras de tratá-lo".

E só isso já ajuda bastante!


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