Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

24 abril, 2011

Semana Santa de novidades!


Viajei na Semana Santa com a família e foi ótimo! Fomos pra Campos do Jordão.

E é impressionante... a cada dia que passa tenho mais certeza de que é possível viver bem mesmo tendo diabetes.

Descobri o melhor chocolate diet (Sabor Chocolate... uma pena venderem apenas por lá... tem de todos os tipos e sabores: damasco, amora, ao leite, com amendoim, com nozes, com baunilha ou doce de leite, com morango, meio-amargo e por aí vai...). Claro que trouxe um estoque (pequeno)!

Outra boa descoberta foi uma queijadinha que é feita sem açúcar. Em substituição, o senhor que as faz usa água de côco. Provei e aprovei. Mas assim como o chocolate diet não tem açúcar mas tem mais gordura, a queijadinha pode ter mais carboidratos que a normal (no pacote não tinham as informações nutricionais, elas são artesanais e vendidas diretamente ao público).

Pois é, mas apesar de todas essas boas e novas descobertas, não resisti e sábado a tarde, depois de um almocinho sem carboidratos mas com direito a cerveja, me rendi à um espetinho de morangos cobertos com chocolate. E adivinhem?? Não era chocolate diet... Não tinha essa opção! 
O que aconteceu? Nada! Depois dessa estripulia, fiz uma trilha num lugar lindo que tem em Campos do Jordão, o Lenz (http://www.lenz.com.br/). E quando medi antes do jantar, a glicose estava ótima.

De fato, com equilíbrio e consciência tudo fica mais fácil!  

20 abril, 2011

Feliz Páscoa... com Ovo de Páscoa diet!


A Páscoa está chegando e isso pode significar, pra muitos diabéticos, tentação à vista.
Mas não precisa ser assim... hoje em dia já existem algumas opções de ovos de páscoa diet:

1. Talento Avelãs Diet da Garoto.
2. Diet ao Leite da Lacta.
3. Ovo Diet da Cacau Show.
4. Classic Diet da Nestlé.
5. Classic Zero da Nestlé.
6. Ovo Finesse da Kopenhagen.

Já provei alguns destes chocolates, mesmo antes de serem lançados como ovos de páscoa, e na minha opinião o Zero da Nestlé e o Diet com Castanha da Cacau Show os melhores!
A maior decepção, acreditem, foi o chocolate diet da Kopenhagen! Sempre fui fã e considero o da Kopenhagen o melhor chocolate, mas o diet não achei gostoso.

O que todo mundo deve ficar atento é que o chocolate diet, apesar de não ter açúcar, geralmente tem mais gordura.
Por isso, o recomendado é que haja um equilíbrio na alimentação. Quando for devorar o ovo de páscoa, o almoço ou jantar deve ser mais leve, com pouca ingestão de carboidratos. Assim é possível evitar uma hiperglicemia.
Abaixo reproduzo parte da publicação do Portal Diabetes (www.portaldiabetes.com.br), com orientações da Nutricionista Luciana Bruno:
"Recomendo que o consumo do ovo de Páscoa seja feito de preferência como sobremesa, depois de uma refeição rica em fibras, porque isso retarda a absorção da gordura.
Graças a vários estudos, desde 1994 a ADA (American Diabetes Association) demonstra que a sacarose, desde que substituída por outro carboidrato, não aumenta a glicemia mais do que qualquer outro carboidrato. Assim sendo, dentro de um contexto saudável, o chocolate pode sim ser inserido no plano alimentar de quem tem Diabetes.
1.    Compare os rótulos do chocolate comum e diet, aquele com menor quantidade de carboidrato poderá ter menor efeito na glicemia, desde que, consumido em quantidades equivalentes.
2.    Para saber se o chocolate está dentro do que consideramos saudável, verifique a quantidade total de gordura. O saudável é que a cada 15 gramas de carboidrato o alimento contenha até 5g de gordura total. Não são raras as vezes que o chocolate diet tem maior quantidade de gordura quando comparado ao chocolate comum. Outro ponto a ser avaliado é que a glicemia, após a grande ingestão de gorduras, pode elevar-se após 3-5 horas.
3.    Tente encaixar a porção de seu ovo de Páscoa no seu plano alimentar, respeitando horários e quantidades. Desta forma, você estará mantendo a glicemia dentro do normal e também mantendo seu peso. E em partes, por exemplo, 30 gramas de chocolate ao leite comum, equivale em termos de carboidrato, a 1 fatia de pão com margarina .

É isso... divirtam-se com seus chocolates, com moderação!
Feliz Páscoa!!

12 abril, 2011

Brownie!


Resolvi me aventurar na cozinha novamente e dessa vez o teste foi um brownie diet.

Peguei a receita no site http://www.receitas.com/:

Ingredientes:
  • 2 ovos
  • 1/2 xícara (chá) de adoçante culinário
  • 2 colheres (sopa) de margarina light sem sal
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 5 colheres (sopa) de cacau em pó
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 1/4 xícara (chá) de castanha-do-pará picada
Preaqueça o forno. Na batedeira, bata os ovos, o adoçante, a margarina e a baunilha até obter uma mistura homogênea. Acrescente a farinha, o cacau, o fermento e misture bem. Adicione a castanha e despeje a massa em uma fôrma retangular untada e enfarinhada. Asse por 30 minutos. Espere amornar e desenforme.  

Aí está a foto do dito-cujo:


Já provei um pedacinho e quando fizer de novo dá pra colocar um pouquinho mais do adoçante culinário e um pouco menos do cacau em pó. Outra coisa é o tempo no forno... segui à risca os 30 minutos indicados na receita e ele quaaase ficou seco por dentro.

08 abril, 2011

Pra ajudar a esclarecer...


No próximo domingo, dia 10/04/11, estréia no Fantástico a série 'Diabetes, o inimigo oculto', que será apresentada pelo Dr. Drauzio Varella.


Além de explicar a diferença entre DM1 e DM2 e mostrar as formas de tratamento, a série contará com histórias reais de pacientes diabéticos!

07 abril, 2011

Imposto de Renda


Já que estamos no período de envio da declaração anual de imposto de renda, aproveito pra reproduzir aqui uma matéria divulgada no Portal Diabetes (http://www.portaldiabetes.com.br/):

Dentre as disposições legais que regem a declaração e o pagamento do imposto de renda existe uma norma estabelecendo uma lista de doenças cujos portadores gozam de isenção. Apesar de não incluir o diabetes, essa relação abrange algumas das complicações que lhe são comuns, tais como nefropatia e cardiopatia graves, além de cegueira. No entanto, há um projeto de lei em andamento que objetiva a inclusão do diabetes nessa lista, mas que para ser aprovado precisa percorrer todo o caminho de criação de uma norma, até ser publicada no Diário Oficial.

Isso significa que atualmente o paciente com diabetes que também seja portador de umas dessas referidas complicações pode requerer a isenção do imposto relativamente aos rendimentos de pensão (aí incluída a complementação recebida de entidade privada ou decorrente de pensão alimentícia) e quando em gozo de benefícios da Previdência Social (INSS), tenham eles caráter definitivo, tais como a aposentadoria ou a pensão por morte, ou temporário, como na aposentadoria por invalidez (sujeita a revisão por perícia médica a cada 2 anos), auxílio-doença e auxílio-acidente. Outros rendimentos não são isentos.

As isenções são requeridas diretamente à Receita Federal e devem estar acompanhadas da efetiva comprovação das enfermidades para sua aprovação. Caso o paciente não concorde com eventual negativa por parte da Receita, poderá discutir judicialmente desde que, repita-se, presentes as condições acima expostas.

Conforme mencionado, e pelo menos enquanto não houver a modificação na lei, o fato do cidadão ser portador de diabetes, tipo I ou II, insulinizado ou não, não lhe garante qualquer tipo de isenção de imposto sobre a renda. Mesmo assim, as despesas com consultas médicas e planos de saúde podem ser abatidas do imposto de renda, assim como acontece a qualquer cidadão que necessita de cuidados médicos, desde que tais valores estejam dentro do limite máximo fixado pela própria Receita Federal a cada ano.

(Adriana Daidone
Daidone & Tavares Advogadas Associadas)