O corpo fala! E sabe reclamar...

Bloco às 06h da matina, bloco às 10h, churrasco. Tamborim lá no meio da bateria, desfile lá no meio da Avenida. Almoço em família pra fazer um dia mais leve... até o bloco dos amigos no final da tarde! Show com o bloco mais fogoso e apaixonado, com direito à tchibum na piscina e boteco depois.  Cinzas com todas as cores, com bloco de roda às 10h, com a emoção da apuração das Escolas pós almoço e com a Cuca dançarina às 18h. 
Ufa!! Salve os dias de Momo. E haja fôlego.

Eu passei do meu limite?
Não.
Mas o meu corpo sentiu.

A alteração de temperatura foi o alarme.
A minha temperatura normal é baixa, entre 35,8 e 36,2 geralmente. Logo na primeira aferição, vi que tinha chegado em 37,1. Foram três dias assim, variando entre 37,1 e 37,4. No quarto dia liguei para a minha endócrino.

- Por que levou tanto tempo?
Porque achei que fosse só cansaço pós carnaval. Simples assim!

Algumas respostas dadas à minha Super (não senti dores, não estava gripada, glicemia de jejum um pouco mais alta - nada que gerasse grandes sustos...) e o palpite certeiro: desidratação.

- Nossa! Você ficou pelos blocos e nem bebeu água?
Bebi água à beça, mas o corpo gastou mais do que tinha. E agora é preciso repor.
A falta de alguns nutrientes que acabam ficando de lado com as refeições às vezes incompletas ou corridas dos dias de folia e o gasto físico maior que o meu usual foram as causas.
Isso não é grave e nem mesmo foi um erro. O importante é que eu reconheci os sinais que meu corpo estava emitindo: a quentura em volta dos olhos causou incômodo e me fez ir atrás de um termômetro, a princípio. 



Orientações para colocar tudo de volta no lugar: reposição de sais minerais, de potássio e sossego!!!! Hora do descanso, do repouso... no português claro: de ficar com as perninhas para o ar.

Dois dias depois de iniciar a reposição dos nutrientes, a sensação de falta de energia foi embora e a temperatura está baixando.
Hoje já bateu a casa dos 36,5.




Continuo seguindo as recomendações médicas e mais do que nunca entendendo que ‘achismo’ não ajuda. Sentiu algo estranho? Busque ajuda, pergunte para o médico / especialista que te acompanha. 
Tentar resolver tudo sozinho ou se ‘autodiagnosticar’ é o maior risco.

O corpo fala e a gente precisa prestar atenção e ouvir o que ele diz!!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Febre amarela: a gente - doce - pode se vacinar?

De um dia azul...

Pelos caminhos da vida doce...