Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

15 março, 2017

Altos (bem altos!) e baixos da doçura...

Depois de uma semana entre remédios e repousos e glicemias completamente descontroladas, o controle está voltando por aqui.
Não sei o que eu tive exatamente - uma gripe forte, sem febre, mas com uma falta de ar que me deu bastante trabalho - estou aliviada por estar me sentindo melhor! Além da tosse, que já incomodava bastante, e da dificuldade para respirar (que me deu um certo pânico), a impossibilidade de controlar as glicemias me derrubou.

Eu sei que o corticóide descompensa a glicemia e ainda tinha o anti-histamínico e o xarope. Mas eu realmente não consigo ficar tranquila sabendo que a glicemia chega perto de 300mg/dL, mesmo depois de ajustar as doses de insulina basal e mesmo usando mais unidades de insulina para corrigir as refeições.

Em uma semana, a montanha-russa por aqui foi com bastante emoção:
E aí meu racional não funciona nessas horas, simples assim.
Fico com raiva, por mais que saiba que isso não ajuda em nada para manter a doçura em ordem! Mas não consigo segurar... Dá uma agonia comer as coisas que eu estou acostumada e ver que nem com uma dose maior de insulina foi possível domar a glicemia.

Agora os remédios acabaram, a falta de ar acabou e a tosse também já está quase sumindo.
O cuidado excessivo com 48 horas de repouso foi uma medida de segurança da minha Endócrino. O receio dela era uma cetoacidose, por conta da glicose bem mais alta que o ideal!

Ainda não voltei totalmente para o ritmo.
Tentei pilates esta semana. Não deu: cheguei no estúdio com uma baita hipoglicemia que foi resultado da dose de basal maior, no primeiro dia sem o corticóide. Dei meia volta e fiquei quietinha em casa.

Continuo medindo a glicemia antes e depois de cada refeição e estou bem mais tranquila vendo os números mais organizados e dentro de um intervalo sem risco. Minha dose de Tresiba está sendo gradualmente reduzida e percebo uma redução na necessidade das correções também.

Enfim, acabou o tumulto!
Sigo com atenção no docinho, na hidratação e sem muitas estripulias por aí até estar 100% de novo.










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