Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

18 fevereiro, 2017

Alalaô!!

Sou do carnaval de corpo, alma e coração!
Carnaval pra mim é muito além de ter quatro dias pra se desligar das responsabilidades. Vai além da Sapucaí...
Carnaval é coração aberto, alegria e amor.
Fantasia misturada com purpurina para um dia inteiro de encontros e abraços e música e bloco e alegria na essência.

Tocar meu tamborim com a minha bateria no meu Fogo e Paixão então é a catarse absoluta!
E apesar de já estarmos no nosso sétimo ano, a ansiedade bate forte!
São 4 horas de desfile no sol e com a adrenalina a mil (e assim é que é bom).

Nessa minha vida de batuqueira e foliã docinha, as perguntas chegam: - Mas você pode tocar tamborim? Você pode ficar tanto tempo no sol? Como você faz para se alimentar durante os blocos?
Não tem mistério. De verdade! O diabetes não me impõe qualquer limite.
Cuidado e planejamento e o resto é curtição.

Nesse período de folia, meu gasto de energia é muito maior que o usual. Por isso, faço um esquema de redução gradual da minha dose de insulina diária (a basal), com o devido acompanhamento da minha Super Endócrino.

Tocar tamborim com meu Brega é só felicidade! Só que a gente toca, dança, corre e ri sem qualquer limite e é exatamente por isso que a insulina vem em menor quantidade nesse dia.

Já é tempo de usar meu case térmico para não ferver a insulina no calorão que anda fazendo nesse verão do Rio e os furinhos nos dedos são mais frequentes também, para garantir que a doçura fique em ordem.
Ah, mas por que você não usa o Libre, então?
Porque eu sou uma pessoa naturalmente estabanada (meu primeiro sensor eu 'arranquei' passando pela porta da cozinha...). Sei que a chance de perder no primeiro dia de carnaval é bem grande e prefiro não arriscar.

E a cerveja, pode?
Com moderação e muita atenção, pode sim. Novamente: minha médica sabe de todo o meu esquema carnavalesco e me orienta sobre todos os riscos. Cabe a mim ficar ligada pra não deixar a doçura atrapalhar. Manter a alimentação como prioridade é importante para o álcool não atrapalhar... Fica a dica!

De resto, muita hidratação - água, suco para garantir uma carguinha extra de carboidrato para dar conta das horas de bloco, água de coco, lanchinhos na bolsa, mel para segurar uma hipo que apareça no caminho e aí é só aproveitar!!


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