Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

13 agosto, 2016

'Ya de vuelta , machuchos'!!

Quase tudo pronto para colocar a 'mochilita' nas costas, o cadeado na mala e sair pelo mundo.

O destino: Chile.
Vão ser 11 dias de curtição na neve, nos vinhos e na poesia de Neruda, junto com a família!

Lanchinhos devidamente separados, insumos do glicosímeto, insulinas e agulhas contados e recontados.

Opa... peraí: insumos do glicosímetro??
Sim!

Mesmo depois dos números divergentes do Libre, ele vai embarcar como meu companheiro. Uma razão é que, por mais estranho que pareça, nos dois últimos dias o sensor que vinha dando grandes variações está de volta ao normal (ufa!). Diferenças mínimas entre a leitura no braço e a capilar (144mg/ddL X 141mg/dL; 106mg/dL X 114mg/dL...).
Claro que vou ficar atenta e comparando algumas vezes, mas como este ainda tem 5 dias pela frente, vou seguir com ele.

Mas a principal razão de usar o Libre para esta viagem foi por conta de um fator importante. De acordo com a Abbott, ele tem menor influência em grandes altitudes do que o glicosímetro padrão (FreeStyle Optium, que é o que eu uso):

Libre: altitude de -381m a 3.048m; temperaturas de 10 a 45 graus;
Optium: altitude de -381 a 2.195m; temperaturas de 10 a 50 graus.

Esta lição sobre a variação das medições no Optium eu aprendi na marra, na minha viagem à Bolívia, com uma série de hipos causadas por resultados de medições 'falsas', justamente pela influencia da altitude da Bolívia. Agora tomei o cuidado de confirmar com o laboratório as variações aceitáveis, para evitar qualquer problema.

De qualquer maneira, vou levar as tirinhas e lancetas do glico padrão... vai que eu bata o braço em algum lugar e o sensor saia?? Prefiro não arriscar e estar com tudo o que é preciso à mão, para manter a doçura em ordem.

Cachecóis e meias a postos também, porque o frio faz parte da curtição e vai ser grande!
Mais algumas horinhas e embarcamos.

Vou ficar um pouco desligada do blog nesse período. Uns flashes de lá - vale até tombo no ski! - e quando voltar, conto tudo sobre a viagem e o comportamento do docinho.

Portas em automático...

Nenhum comentário:

Postar um comentário