Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

20 julho, 2016

As segundas impressões da liberdade!

Depois de ter arrancado o primeiro sensor na porta da cozinha no quinto dia de uso, tomei mais cuidado com o segundo. Me policiei para não sair esbarrando nas coisas e evitei até passar hidratante no braço onde estava aplicado o sensor.... A pele ficou um pouco ressecadinha, mas valeu o esforço.

O sensor vai indicando quanto tempo de uso ainda resta...
A remoção é super tranquila. Meu braço ficou um pouco marcado no lugar onde estava colocado, mas nada que chegue a incomodar. O resíduo de cola do adesivo sai facilmente com água e sabão.





Foram 14 dias sem susto e de tranquilidade total. Se em 5 dias eu já tinha ficado encantada, depois destas semanas eu estava absolutamente convencida que o Libre é incrível.

A facilidade de poder fazer medições infinitas é a melhor e maior vantagem, sem dúvida. E nesse período em que eu troquei de insulina, inclusive, isso foi fundamental para acompanhar e monitorar os efeitos da Tresiba.

Com 4 dias do segundo sensor eu já parei de comparar as glicemias no glicosímetro padrão. Como os meus resultados estavam bem próximos, deixei de lado os furos nos dedinhos sem maiores receios.





Eu torço honestamente para que o preço do Libre fique mais razoável. Para mim ficou claro que se trata de mais uma grande ferramenta que chegou para proporcionar um maior controle das glicemias e agregar mais qualidade de vida para nós, docinhos.

Que seja possível alcançar a percepção de que tecnologias como esta não se tratam de luxo. Canetas em substituição à seringas, dosagens e avaliações individuais de pacientes, sensor em vez de tiras e milhares de furos... Seja qual for a mudança, que as autoridades de saúde não considerem como exageros, mas sim como opções que levam ao controle do diabetes, evitando complicações futuras, internações e prejuízos irreversíveis causados muitas vezes por falta de recursos.

Se pensarmos que até a década de 70 não era possível mensurar quantitativamente a glicemia (e, mesmo assim, inicialmente isso só era feito em clínicas e hospitais), não acho que seja sonhar alto não!


Nenhum comentário:

Postar um comentário