Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

17 dezembro, 2014

Pra compor minha identidade!


O reencontro com o Luiz, da ADJ, que eu tive o prazer de conhecer no Congresso Mundial ano passado, conhecer o Nando, que foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 4 anos numa época em que não tinha nem glicosímetro e hoje é maratonista, a equipe querida da New Style, ao Led's Studio e ao Rafa, gente finíssima, que me tatuou...

O dia ontem foi assim! 
Dia de rabisco da Campanha Diabetes IndentiArte.

Muita conversa, muitos planos e uma força comum que move cada um de nós: a vontade de mostrar que o diabetes não deve ter o papel de parar a vida de ninguém!
A vontade de apresentar o positivo para combater o negativo que aparece quando se fala em DM.
Vontade de explicar que quando o tratamento é seguido e há controle, tudo flui normalmente.
Acima de tudo, vontade de mostrar que ser paciente de DM não significa estar doente.

A tatuagem ficou mais bonita do que eu esperava. E sim, fazer tatuagem pode!
O requisito? Docinho sob controle.

Aqui, vale uma observação... Como eu não sabia se a tatuagem no braço doía ou não, se ficaria ansiosa ou não, comi dois biscoitos doce - com açúcar mesmo, nada diet - para evitar uma hipoglicemia enquanto estava sendo rabiscada.
(Nem preciso dizer que a glicemia foi monitorada por muito mais vezes do que o usual...)

Mas o melhor desse dia foi participar contando a minha história.
Apesar da vergonha na hora de gravar o depoimento, fico bem feliz falando sobre a minha experiência e sobre o dia a dia convivendo com a doçura.
Quero que seja útil, que sirva de exemplos (até pelo que não da certo de vez em quando) e que haja mais oportunidades de seguir nesse caminho de informação, esclarecimento e desmitificação do diabetes.

O resultado do Projeto vai ser apresentado em breve pela ADJ e sem dúvida eu vou dividir com todo mundo aqui no IP.

Sigo mais segura e enfeitada.
E peço licença ao mestre Bituca para fazer uso das palavras que ele canta: é a marca na pele de quem tem a estranha mania de ter fé na vida!




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