Pra compor minha identidade!


O reencontro com o Luiz, da ADJ, que eu tive o prazer de conhecer no Congresso Mundial ano passado, conhecer o Nando, que foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 4 anos numa época em que não tinha nem glicosímetro e hoje é maratonista, a equipe querida da New Style, ao Led's Studio e ao Rafa, gente finíssima, que me tatuou...

O dia ontem foi assim! 
Dia de rabisco da Campanha Diabetes IndentiArte.

Muita conversa, muitos planos e uma força comum que move cada um de nós: a vontade de mostrar que o diabetes não deve ter o papel de parar a vida de ninguém!
A vontade de apresentar o positivo para combater o negativo que aparece quando se fala em DM.
Vontade de explicar que quando o tratamento é seguido e há controle, tudo flui normalmente.
Acima de tudo, vontade de mostrar que ser paciente de DM não significa estar doente.

A tatuagem ficou mais bonita do que eu esperava. E sim, fazer tatuagem pode!
O requisito? Docinho sob controle.

Aqui, vale uma observação... Como eu não sabia se a tatuagem no braço doía ou não, se ficaria ansiosa ou não, comi dois biscoitos doce - com açúcar mesmo, nada diet - para evitar uma hipoglicemia enquanto estava sendo rabiscada.
(Nem preciso dizer que a glicemia foi monitorada por muito mais vezes do que o usual...)

Mas o melhor desse dia foi participar contando a minha história.
Apesar da vergonha na hora de gravar o depoimento, fico bem feliz falando sobre a minha experiência e sobre o dia a dia convivendo com a doçura.
Quero que seja útil, que sirva de exemplos (até pelo que não da certo de vez em quando) e que haja mais oportunidades de seguir nesse caminho de informação, esclarecimento e desmitificação do diabetes.

O resultado do Projeto vai ser apresentado em breve pela ADJ e sem dúvida eu vou dividir com todo mundo aqui no IP.

Sigo mais segura e enfeitada.
E peço licença ao mestre Bituca para fazer uso das palavras que ele canta: é a marca na pele de quem tem a estranha mania de ter fé na vida!




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