Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

14 novembro, 2014

Um dia depois de outro dia...


Outro Novembro. 
Outro 14 de Novembro.
Outra vez o dia de espalhar conhecimento, de acabar com dúvidas, de se aprofundar sobre o assunto.

Diabetes. 
DIABETES! 
Assim mesmo, bem grande. 
Porque tem que ser possível reconhecer os sintomas. 
Tem que ter tempo hábil e informação para prevenir.
Tem que deixar de ser epidêmico.

Para quem já convive com esta doce criatura e sabe das agruras de todos os dias, minha torcida para que todo o foco, todo o respeito ao tratamento e toda a consciência de que se cuidar é sim a melhor solução, se mantenham a cada minuto!

Para quem não tem ou nem conhece, informem-se. 
Não é uma ordem e tampouco um conselho. Só mesmo a recomendação pelo que eu acho que será sempre a melhor alternativa. 

Sabendo dos sintomas, o alerta vem.
Sabendo os cuidados, a prevenção também.
Seguindo o tratamento, a gente vive bem!

Só quem (con)vive e precisa lidar com a condição sabe que cada dia é de um jeito, que cada emoção traz uma sensação e uma reação.

De novo, a música assume a fala, porque é mais ou menos assim...

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, ta na cara, sou porta-bandeira de mim
Só não se perca ao entrar 
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
E só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A agua é potável
Daqui voce pode beber 
Só não me perca ao entrar 
No meu infinito particular.

(Infinito Particular - Marisa Monte)

Pequenina
Gigante
Portátil
Melhor ou pior
Mistério
Sem segredo
Sem medo
Infinito!

O diabetes vai muito além da definição pesada de 'doença'. 
A seriedade segue, por isso a insistência em cuidar e prevenir... 
Mas o impossível já não faz mais parte deste dicionário, ficou para trás. 
No lugar dele, opção, escolha!

O que falta é acesso, seja à educação ou ao tratamento.
E enquanto a cura não vem, no que depender de mim esta busca só vai parar quando não houver mais a falta.





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