Em outras palavras...

Cada um lida com as situações, sejam elas boas ou ruins, de uma maneira.
Não tem certo e errado, depende do momento, não tem regra tem manual. O que tem é a forma de encarar certas coisas...
Comigo também e assim. 

Sobre o diabetes, buscando respostas para questões que me ajudassem a seguir com o dia a dia sem muitas alterações ou interferências, acabei aprendendo mais.

E hoje li numa crônica de um livro do Rubem Alves (é o que está na cabeceira atualmente) um texto que me identifiquei de imediato:

"Vai um conselho: sem brincar de Poliana, trate sua doença como uma amiga. Mais precisamente: como uma mestra que pode torná-lo mais sábio. 
(...)
Assim, se você ficar amigo da sua doença, ela lhe dará lições gratuitas sobre como viver de maneira mais sábia."

(Aqui cabe uma observação - já comentada no IP outras vezes - sobre o termo 'doença': não curto, acho forte e acho que pode ser pesado. Achismo mesmo, nada mais... Mas prefiro tratar como 'condição'.)

Para mim, funcionou. 
Para mim, fez bem lidar com a doçura repentina assim.
Isso não significa se entregar.

Por fim:
"Então, não brigue com a sua doença. Ela veio para ficar. Trate de aprender o que ela quer lhe ensinar. Ela quer que voce fique sábio. Ela quer ressuscitar os seus sentidos adormecidos. (...)"

(Sobre o tempo e a eternidade - Rubem Alves
Crônica: Doença)





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