Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

28 outubro, 2014

Em outras palavras...

Cada um lida com as situações, sejam elas boas ou ruins, de uma maneira.
Não tem certo e errado, depende do momento, não tem regra tem manual. O que tem é a forma de encarar certas coisas...
Comigo também e assim. 

Sobre o diabetes, buscando respostas para questões que me ajudassem a seguir com o dia a dia sem muitas alterações ou interferências, acabei aprendendo mais.

E hoje li numa crônica de um livro do Rubem Alves (é o que está na cabeceira atualmente) um texto que me identifiquei de imediato:

"Vai um conselho: sem brincar de Poliana, trate sua doença como uma amiga. Mais precisamente: como uma mestra que pode torná-lo mais sábio. 
(...)
Assim, se você ficar amigo da sua doença, ela lhe dará lições gratuitas sobre como viver de maneira mais sábia."

(Aqui cabe uma observação - já comentada no IP outras vezes - sobre o termo 'doença': não curto, acho forte e acho que pode ser pesado. Achismo mesmo, nada mais... Mas prefiro tratar como 'condição'.)

Para mim, funcionou. 
Para mim, fez bem lidar com a doçura repentina assim.
Isso não significa se entregar.

Por fim:
"Então, não brigue com a sua doença. Ela veio para ficar. Trate de aprender o que ela quer lhe ensinar. Ela quer que voce fique sábio. Ela quer ressuscitar os seus sentidos adormecidos. (...)"

(Sobre o tempo e a eternidade - Rubem Alves
Crônica: Doença)





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