Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

05 maio, 2014

Fábrica de células!

 
Um estudo bem recente aumenta ainda mais a expectativa pela cura do diabetes!
 
Coordenado pela Fundação de Células-Tronco de Nova York junto com a Universidade de Columbia (USA) e a Universidade Hebraica (Jerusalém), um processo de clonagem foi testado, conforme detalhado pela Sociedade Brasileira de Diabetes, a partir de células de uma paciente de 32 anos.
 
Para entender um pouco mais do processo, uma breve explicação: "Após a clonagem, as células são cultivadas em laboratório, expostas a determinados fatores, até atingirem o estágio embrionário de blastocistos. Após esse estágio, são diferenciadas em diferentes tipos de tecido, entre eles o pancreático".
 
Os resultados mostraram que as células clones foram capazes de produzir tanta insulina como uma célula normal, saudável.
 
Apesar das novas células ainda dependerem de alguns outros testes até que possam ser reinjetadas na paciente, a previsão da equipe de pesquisadores é que o risco de rejeição não exista, já que o material genético é da própria paciente.
 
Uma observação muito relevante: a clonagem ainda é proibida em alguns países, entre eles o Brasil!
 
Tudo ainda precisa ser bastante discutido e regulamentado... há questões complicadas em voga (o receio de 'descarte' de embriões - forte isso, mas não há como negar que pode ser um problemão; o teste em animais...).
 
Não conheço o assunto tecnicamente a ponto de defender ou não qualquer posição...
Mas considerando somente o efeito positivo de ter novas células produzindo insulina, penso que superadas (e muito bem supervisionadas) as questões éticas, de modo que se garanta que a atividade seja para "fins estritamente terapêuticos", como coloca a Diretora Executiva da Fundação, é realmente um grande caminho em busca da cura.
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário