Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

12 fevereiro, 2014

O novo light...


A partir de Janeiro deste ano, todo e qualquer produto industrializado precisa ser colocado nas prateleiras respeitando as mudanças feitas pela ANVISA na rotulagem.

Apesar de já existir a obrigação de indicar os prazos de validade, datas de fabricação e a composição nutricional, algumas alterações foram impostas visando a padronização dos rótulos e deixar as informações mais claras para os consumidores.
 
As alterações, conforme destacado pela SBD, foram nas definições e na classificação das escalas de valor energético, gorduras (saturadas, trans e totais), ácidos graxos, colesterol, sódio, sal, proteínas, vitaminas e minerais, fibra alimentar e açúcares.
 
Para o melhor entendimento, no caso dos açúcares, por exemplo, deve haver uma redução de pelo menos 25% das calorias para que o alimento seja considerado light.
Esta classificação não vale mais para o caso de redução apenas do nutriente naturalmente constante no produto.
"A característica que o define como light é possuir um benefício adicional em relação ao produto original."
 
Com esta mudança fica quase nulo o risco de um produto ser vendido sem ter de fato os benefícios que diz agregar.
 
As alterações foram apresentadas em 2012 e as empresas tiveram todo esse tempo para se adequar.
 
O lance é prestar a máxima atenção nos rótulos e qualquer coisa diferente do determinado pela ANVISA deve ser questionado e até denunciado.
Quando se trata de saúde, não tem espaço para ficar só na propaganda!
 
 

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