Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

07 outubro, 2013

Ordem do dia: AÇÃO!!

AdaptAÇÃO
ImaginAÇÃO
SuperAÇÃO

Vale muito a pena assistir a entrevista do Alexei Caio (por aqui)! 
Tem isso tudo que está destacado aí em cima...

Ele realizou uma mega empreitada: escalou o Kilimanjaro com mais 13 pessoas (entre eles, mais um brasileiro, de Curitiba); só para constar: são 6.000 metros de altitude!!

Uma característica peculiar: além dos desafios já conhecidos desta aventura (risco de congelamento dos membros, ar rarefeito e dificuldade para respirar, desgaste físico...) tinham um em particular: eles tem DM1.

O que ele coloca, além da experiência prévia em escaladas (que não é pré-requisito), é que o fato de ter o diabetes absolutamente sob controle foi fundamental para que tudo corresse bem.

Outra consideração importante foi sobre o cuidado com a insulina, visto que a temperatura é abaixo de zero: manter sempre próximo ao corpo - entre as camadas de roupa - ajudou a aumentar a temperatura a que o medicamento estava submetido.

Com o glicosímetro também foi preciso um cuidado especial, já que em altas temperaturas a leitura da glicemia pode variar em relação ao real (fora o fato de que não era possível fazer uma prévia higiene das mãos).
Para esta questões, a solução foi adequar a dose ao que havia sido ingerido nas refeições e a quantidade de exercício realizada no dia, e não levar em conta somente o resultado indicado.

Estou impressionada com a força e a determinação desses meninos. 
Palmas para eles!

Cada vez mais acredito que diabetes tipo 1 não é obstáculo. 

É uma condição que requer atenção e que - por enquanto - não pode ser mudada.

O que fazer então?
Adapte-se.
Tudo começa com a maneira de lidar com ela...


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