Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

28 janeiro, 2013

Hoje vai ter uma festa!!


"... Bolo e guaraná, muitos doces pra você ..."

Epa!! Sem isso de muitos doces, mas a festa vai ter sim!!

Hoje estou ficando mais nova e é dia de comemorar!

Vai ter samba, vai ter batuque, vai ter família, vai ter amigos, vai ter alegria. 
Porque como diz o meu pirralho, "adoro assim, com todo mundo junto"!

E gosto com boas notícias também!

Isto acontecerá através de uma parceria público-privada e vai ajudar muito no tratamento de pessoas que não tem recursos e dependem exclusivamente do SUS.

Pois que assim seja!!


25 janeiro, 2013

Pro asfalto virar passarela!




"Minha carne é de Carnaval, meu coração é igual" e o ritmo da folia já me acertou em cheio!






Ensaios mil, roteiro de blocos em definição, fantasias quase prontas (sim, carnaval = fantasias! e, que fique claro, uma para cada dia!), atenção especial à glicemias e alimentação 100% em andamento... Isso já deixou de ser novidade, mas serve como justificativa para o mea culpa por não estar dando tanta atenção como gostaria para o blog!

Mas com a mudança feita - casinha nova está um charme e tinindo de aconchego - parte da correria ficou para trás. E então a dedicação ao meu IP tende a voltar ao normal.

Já tenho alguns assuntos interessantes rascunhados e logo logo os posts estarão acontecendo com mais frequência novamente.

Cansaço? Super!
Mas vale cada minuto desse louco ritmo de festa!


21 janeiro, 2013

"É que eu acordo cedo na segunda-feira... fim de semana é Carnaval!!"



Sumi, mas já voltei!

Mudança e, confesso, a folia de Momo que já começou a dar o ar da graça (ainda bem!) me tiraram o tempo destes últimos dias.

Neste final de semana especificamente, o cansaço que já tinha chegado com a desmobilização em Niterói e remobilização no Rio (estou de volta para o meu 'berço'!!) na quinta e sexta passadas, ainda aumentou depois do sábado com samba de amigos. 
Melhor: samba com amigos! 

E já que isso não tem contra-indicação, recomendo em altas doses! 

Pois nesse embalo e atendendo ao pedido da minha 'irmã gênia'  e amigona de infância, que registrou o momento, cá estou eu expondo a figura de novo...


Por que? Só pra mostrar que diversão e alegria combinam sim com diabetes!

Com doses sem fim de cuidado e insulina na medida certa, a conta fecha.
Vai por mim!

15 janeiro, 2013

Pra ser 'fast' e 'light'...


A correria continua... sem pretensões olímpicas, mas continua!

Ontem depois do dia de trabalho, uma ida express à Amoedo para comprar as últimas coisinhas para o apê novo (tá quase!!). De lá para o apartamento. 
A essa altura, a fome já estava gritando! 

E ainda tínhamos - eu e a minha 'melhor arquiteta do mundo' - ensaio. 

Paradinha pro lanche... tinha que ser rápido, mas não queria que fosse totalmente fora dos padrões... nada de chutar o balde. 


E a opção foi o crepe de massa integral da Boomerang Mix

Uma delícia! Escolhi o de muçarela de búfala com tomate e manjericão, mas é possível pedir qualquer dos sabores disponíveis com a massa light.


Curti! 

Já tinha comido um sanduíche de ricota com cenoura lá e gostado bastante... 

Fica a dica. 

Rápido, preço honesto, gostoso e saudável!

14 janeiro, 2013

A arte do encontro!


Ano novo e boas novas na área!

Uma pesquisa desenvolvida em conjunto por americanos, ingleses e tchecos avaliou o mecanismo de fixação da insulina no receptor celular, visando entender melhor o funcionamento deste hormônio tão necessário: "um fragmento de insulina se desloca e as partes fundamentais do receptor vão ao encontro do hormônio da insulina".

Eles classificam esse movimento como um "aperto de mãos molecular".

De acordo com a matéria publicada na revista Nature (aqui divulgada pela Isto É), na prática esse conhecimento significa a possibilidade de desenvolvimento de tratamentos mais eficazes. 

Outro foco é na conservação da insulina.
Com este novo fato, se abre o caminho para a produção de uma insulina mais resistente à altas temperaturas, o que ajudaria principalmente em locais carentes e até sem acesso à energia...

Pois que os 'encontros' sejam frequentes e os 'apertos de mãos' se multipliquem!




10 janeiro, 2013

"Senta que lá vem história!"


Com pouco mais de dois anos de Insulina Portátil, realizei que em nenhum momento eu contei aqui como tudo de fato foi descoberto.

Então chegou a hora. 
Porque foi de uma forma inesperada e onde só eu não percebia os sintomas. Mais: deixei passar um ano entre a primeira suspeita e o diagnóstico!



Como todo ano, marquei consulta com a minha ginecologista para fazer todos os exames de rotina. E como todo ano, o resultado saía e era encaminhado direto para o e-mail dela, que analisava, me ligava dizendo que estava tudo ok e pronto. "Um beijo e te vejo ano que vem".

E foi quase desse jeito em Março de 2008, a não ser por um único detalhe: minha glicemia estava alterada. Em jejum, tinha dado como resultado 170mg/dl. Já que todo o exame estava bom e dentro dos índices esperados, a recomendação foi para que eu repetisse o exame apenas para confirmar a glicemia, pois tudo indicava que era erro do laboratório.

E foi justamente esse ponto que eu fixei. E assim segui... afinal, se era erro significava que tudo estava bem. Não refiz. Deixei passar.

1 ano depois voltei para a consulta com a ginecologista. Tudo de novo e o resultado: a glicemia estava em 330 mg/dl!

Ela já desconfiava do que aquilo significava. Eu não fazia idéia!

Os sintomas eram claros, mas não pra mim.

Eu estava trabalhando em um projeto no Maranhão e justificava a sede constante ao calor que fazia por lá. Da mesma maneira, a vontade constante de fazer xixi era porque eu bebia muita água... Simples assim.
Sempre comi muito bem. Desde pequena, mau humor significava fome. Então, de novo um sintoma passou despercebido. E olha que eu tomava café da manha, saía de casa para trabalhar e quando chegava no escritório já estava novamente com fome.

Também tinha perdido muito peso em pouco tempo, mas creditava isto ao ritmo de trabalho + ensaios, embora algumas pessoas próximas me alertassem com frequência para o fato de que eu estava muito magra, que eu deveria procurar um médico...

A apenas 10 dias de fazer uma viagem de 3 semanas a trabalho para o exterior, fui pela primeira vez na vida a uma consulta com endocrinologista.
Minha Super, que foi indicada pela ginecologista (elas são amigas e isso fez diferença para mim e ajudou bastante!).

"Louca! Ela só pode estar louca. Eu não tenho diabetes." Este foi o pensamento no segundo em que ela me deu o diagnostico: diabetes mellitus tipo 1.

Sim, sim... a reação de imediato foi negar! 

Ela me examinou da cabeça aos pés, conversou à beça comigo.

Eu não consegui acreditar. Não eu. Que não comia doces, que me alimentava bem. Levei um susto dos grandes!

E aí veio a segunda noticia: que a partir de então eu deveria tomar insulina diariamente. Pronto, como se não bastasse a "doença", já estava num estágio grave!

E, ainda bem, eu estava completamente enganada com essa conclusão. Na mesma consulta, ela já me explicou a diferença entre os dois tipos de diabetes mais conhecidos e as formas de tratamento de cada um deles, o que me fez aprender que o fato de tomar insulina não estava diretamente ligado à gravidade do DM.

Além disso, foi super gentil e soube lidar com meu susto (e o meu choro!). 
Ali ela conquistou a minha confiança e a mim.

Confesso que não absorvi muito do que me foi dito nesta primeira consulta, mas aos poucos fui aprendendo a lidar com toda aquela 'novidade' e a tal viagem a trabalho (que teve uma semaninha a mais dedicada exclusivamente a passeios e turismo!) foi o primeiro passo para eu entender que o diabetes não era uma bola de ferro presa no meu pé.

Cada um reage de uma maneira à situações difíceis. Isso é inquestionável. 
Mas o que fica e eu faço questão de ressaltar com meu lapso, é que quando se trata de saúde não se pode e nem se deve esperar.
Não pode deixar a dúvida no ar. 
Busque, investigue, corra atrás.
Longe de mim entrar na onda do "e se...".

Mas como bem disse a minha Super lá em 2009, só agradeço a sorte (e ao meu Anjo da Guarda forte, que estava do lado!) por não ter tido nada grave e sério neste período!

09 janeiro, 2013

Para explicar e ficar bem!


Acho ótimo. Tem mesmo que ser divulgado e explicado aos quatro ventos.

Hoje o foco foi nos tipos de DM e em como levar uma vida normal. As informações foram dadas pelos endocrinologistas Alfredo Halpern e João Eduardo Salles.

Os destaques são os seguintes:

1.  Principais sintomas e características do DM1 e DM2:


2. Alimentação equilibrada é super benéfica. E não só para quem tem diabetes!

3. Alimentos que contém açúcar podem ser ingeridos, mas com MODERAÇÃO (isso é muito importante). E alimentos diet / light devem ser ingeridos com cuidado também, já que contém uma quantidade maior de gordura que os convencionais.

4. Exercício físico ajuda na manutenção do controle das glicemias ("Ao se exercitarem, os músculos usam a glicose da corrente sanguínea sem a ajuda da insulina.").

5. "... momentos difíceis, traumas e estresse também podem desencadear a doença ...".

Nenhuma novidade, certo?

A regra é simples e clara. 
O complicado é não seguir o tratamento...

Então, mãos à obra! 

E para que não tem (que maravilha!) cuide-se. 
Mal não faz... Ao contrário: prestar atenção em algumas destas regrinhas só vai fazer bem.


08 janeiro, 2013

Informação em quadrinhos!


Nesse meu tempinho de convívio com o DM 1 já percebi a resistência de várias pessoas - pacientes ou não, que fique bem claro - aos tratamentos. 

O argumento é quase sempre o mesmo: "eu não consigo ter disciplina". "eu não consigo entender o tratamento". "eu não consigo parar de comer doce". "eu não consigo controlar minha alimentação". E agora o grande vencedor: "se fosse comigo, eu morria".

Vamos lá... antes de mais nada, morria não. Vai por mim!

Mas para todos os outros argumentos, descobri hoje num passeio pela web uma ferramente bem bacana e divertida para ajudar, seja o paciente (adoro usar esse termo, porque com toda sinceridade, tem é que ter muita paciência, além do foco, para fazer tudo como deve ser), seja os que ajudam e participam junto com o paciente.

A ANAD lançou informativos em quadrinhos super legais e didáticos.

Os temas:

A linguagem é simples e direta, o que torna a compreensão mais fácil.



Com os quadrinhos a informação séria e as vezes técnica é absorvida com mais facilidade não só por crianças e adolescentes / jovens, mas também pelos adultos mais resistentes em aceitar esta vida docinha... 




Ministério da Saúde, que tal aproveitar e transformar isso em uma revistinha de fato?
Para começar, uma distribuição em escolas e hospitais já ajudaria na prevenção do DM. Hein?!

07 janeiro, 2013

Glucerna: cena dos próximos capítulos...


Semana passada finalmente eu provei o Glucerna de chocolate, que já vem pronto. 

Depois de ter provado o de baunilha e ter detestado, abri a caixinha com um pé atrás, com medo de ser doce, enjoativo... Mas não é que a surpresa foi boa?

O gosto é exatamente igual ao do Nescau Prontinho, que eu adorava quando era criança!! 

Esse passou no teste!

E a boa nova é que, ao que tudo indica, o Glucerna em pó vai voltar ao mercado (dedos cruzados!!).

Segundo o comentário de uma pessoa aqui no blog (obrigada!) ela recebeu a informação da nutricionista e do endócrino que o problema na renovação da licença de fabricação do produto foi causado por conta da greve da Anvisa. 

Tomara que seja isso mesmo! 

Já estou de olho nas farmácias. Qualquer novidade, aviso aqui.


04 janeiro, 2013

"Dance como se ninguém estivesse olhando!"


"Dance para controlar o medo
Dance para desembaraçar 
Dance qualquer hora logo cedo, em qualquer lugar
Dance para controlar os nervos, e só pare para descansar!"

E é assim, na batida do meu Banga, que eu começo o ano!

Hoje na página da One Touch Diabetes Brasil, no facebook, a notícia me chamou a atenção de cara: "A dança melhora o condicionamento físico, proporcionando sensação de plenitude e prazer. Uma sugestão tentadora para manter a glicemia estável ... ."

Dever de casa super em dia: ensaios em ritmo (literalmente) acelerado e passinhos e coreografias tinindo!! 

No final do ano passado eu já estava começando a perceber uma queda nas glicemias medidas.
Já sabia que era por conta dos ensaios e dos shows pré-carnavalescos. Agora só comprovei mais ainda a minha boa suspeita!

Quem me acompanha?


Escolha o ritmo que mais agrada, som na caixa e pode começar o remelexo!