Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

19 agosto, 2012

Descanso e diversão!!

Tanta coisa pra fazer antes de sair de férias que acabei não tendo mais tempo pro blog nesta última semana...

Mas é isso... 20 dias de sossego e diversão pela Europa com os amigos!
(a aventura de carro pro Peru acabou não acontecendo...)

O ano está bem puxado de trabalho... então, agora é desligar dessa pressão, pegar a malinha, ir pro aeroporto e curtir!!

O blog provavelmente vai entrar de férias junto comigo, mas pelas minhas andanças por aí vou ficar de olho em tudo e atualizo assim que voltar!




12 agosto, 2012

Uma nova categoria...


Me surpreendi quando li, há algum tempo no site da Sociedade Brasileira de Diabetes que além do diabetes melitus tipo 1 e tipo 2, hoje existe uma nova categoria: o LADA (Latent Autoimune Diabetes in Adults, ou Diabetes Autoimune do Adulto).

De acordo com a SBD, o LADA "caracteriza-se pelo surgimento tardio do Diabetes Melitus do Tipo 1" e "também é conhecido como diabetes tipo 1,5".

O diagnóstico para este tipo de DM é feito por um exame específico.

Numa entrevista para o site Diabetes nós Cuidamos, a endocrinologista Maria Elizabeth Rossi da Silva explica com mais detalhes o que caracteriza este tipo de diabetes e quais os cuidados:

"O diabetes do tipo LADA é autoimune, como acontece com o diabetes do tipo 1. 

Ao contrário do diabetes tipo 1, porém, que na maioria das vezes atinge crianças e adolescentes, o diabetes LADA costuma aparecer após os 35 anos de idade."

A grande diferença está no tipo de tratamento, já que é possível iniciar com o uso de medicamentos via oral:

"O processo de destruição das células é mais lento do que no diabetes tipo 1 e por isso muitas vezes o paciente é tratado com medicamentos orais e a necessidade de insulina só acontece entre cinco e dez anos após o diagnóstico."

De um jeito ou de outro, as demais orientações são iguaizinhas: fazer exercícios, ter uma alimentação saudável e regular e consultas periódicas com os médicos especialistas.

Confesso que da mesma forma como vejo de maneira super positiva os avanços da tecnologia e as descobertas dos pesquisadores para tratamentos mais eficazes ou até um caminho mais próximo da cura, fico um pouco assustada com a descoberta dessa nova variação do diabetes...

Pensando de maneira bem racional, a sensação é que se trata de um pré-diabetes que não foi possível controlar. Não por falta de cuidado do paciente, mas ineficácia do tratamento, uma influência da loucura desse dia-a-dia de correria de todo mundo atualmente... sei lá... pode ser viagem da minha cabeça, mas não caiu bem isso não!

06 agosto, 2012

Associação de Diabetes Juvenil


Ouvi algumas vezes de conhecidos ou amigos dos amigos histórias sobre algum parente e pessoas próximas que tem dificuldade em lidar com crianças / adolescentes com diabetes.

Se para um adulto, consciente dos cuidados necessários para controlar as taxas de açúcar no sangue, nem sempre é fácil resistir às tentações e encarar um desafio qualquer que apareça com o tratamento, fico imaginando como deve ser complicado deixar claro para as crianças - e os já nem tão criança assim, mas que podem reagir com rebeldia - que eles têm uma doença crônica e que por causa disso vão ter que aprender a conviver com certas limitações.

E apesar de já ter citado a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) em um post aqui do blog, me dei conta que não havia divulgado quem eles são e o que fazem...

Pois então, nunca é tarde!
A ADJ foi criada por um grupo de pais de crianças e adolescentes diagnosticados com diabetes, para "promover a educação nesse campo para portadores, familiares, profissionais de saúde e comunidade".

Apesar de estarem em sua maioria em São Paulo, a Associação tem representantes em todas as regiões do Brasil.

Na associação os pacientes contam com médicos, enfermeiros e voluntários, que são responsáveis pelo atendimento gratuito e ainda realizam campanhas educativas.

Importante dizer: a ADJ é filiada à International Diabetes Federation.

Através do site é possível conhecer um pouco mais sobre a atuação deles. 
E mais: tem dicas e informações - receitas, exercícios, grupos de apoio - que podem ajudar aos pais e responsáveis no dia-a-dia.