Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

31 janeiro, 2012

Infinito enquanto dure!

Desde o meu diagnóstico e do começo do tratamento gostei da abordagem da minha super endócrino e da primeira nutricionista que fui. 

Além de me explicarem de forma bem didática o que estava acontecendo comigo e o que precisaria ser feito dali em diante, elas procuraram saber em detalhes sobre os meus hábitos e o meu dia a dia antes de determinar que tipos de mudanças eu precisaria, eventualmente, fazer.

O tratamento com medicamentos é indiscutível, deve ser feito e pronto. 
Mas a outra parte, que é justamente a que interfere na rotina, foi definida em comum acordo médico-paciente, a quatro mãos!

E isso fez toda a diferença.

Hoje li um artigo no Portal Diabetes que recomendo e que trata exatamente dessa questão: 

"Todo o diabético deve ter a sua realidade individual conhecida e compreendida por seu médico. O médico deve conhecer a rotina do paciente, seus valores, suas expectativas, seus objetivos e sua percepção da doença. A partir de então, deve sugerir modificações de estilo de vida que sejam compatíveis com a realidade de determinado indivíduo, respeitando suas vontades e engajando o paciente nas mudanças consideradas possíveis. E sem cobranças ou julgamento!
(...)
E assim, a relação entre o médico e o diabético poderá ser de maior confiança e engajamento. 
E que as mudanças conseguidas sejam infinitas enquanto durem. Como é o diabetes!"



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