Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

14 dezembro, 2011

Para controlar: faça uma tatuagem!

Essa é a proposta de engenheiros químicos do MIT!

Na realidade, eles desenvolveram nanotubos de carbono que seriam capazes de fazer o monitoramento do açúcar no sangue, após inseridos na pele.

Funciona assim: quando há glicose, os nanotubos ficam fluorescentes, o que pode ser visto utilizando-se uma luz infravermelha. O nível de fluorescência revela a taxa de açúcar.

Daí o plano dos pesquisadores: criar uma tinta feita dessas partículas para tatuar a pele. 
A tatuagem teria a duração de 6 meses e o resultado seria mostrado em um relógio de pulso com emissor infravermelho, que registraria também a glicemia medida.



Enquanto a proposta está em fase de testes, vou decidindo o desenho da próxima tattoo!

É importante destacar que não há o que se preocupar em relação à cicatrização. Os riscos ao se fazer uma tatuagem são os mesmos para quem tem diabetes e quem não tem, como explica a endocrinologista da Associação de Diabetes Juvenil, Flavia Osmo Floh



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