Aqui no IP estão expostos os meus medos, as minhas descobertas, as conquistas, os avanços nas buscas pela cura do diabetes pelo mundo, os passinhos para um melhor controle da glicemia.

O que começou como um espaço de aprendizado e de dividir a minha convivência com o DM1, se transformou em estímulo para um melhor controle da minha doçura e para seguir mostrando que se funciona para mim, pode funcionar também para tantas outras pessoas que tem o diabetes como companheiro.

18 agosto, 2011

É hoje o dia!


Sabe aquela coisa do 'viva o hoje, porque ele não volta mais'?
Pois então... recebi um texto de uma amiga querida que fala sobre sermos minimamente felizes e disponibilizo um trechinho aqui:

"Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'.
Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes. 
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.
Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera."

O texto foi escrito por uma jornalista, chamada Leila Ferreira.

Gostei muito e compartilho deste conceito / filosofia.
Por que não contabilizarmos as coisas boas, leves, alegres que acontecem no decorrer do tempo? O balanço dá um resultado bem melhor do que se ficarmos esperando e imaginado como será quando a dita felicidade chegar!

Um comentário:

  1. Fiquei feliz ao saber da existência do seu blog.

    Não imaginava que você, assim como eu, gosta de escrever (e o faz tão bem).

    Abraço!

    Maracos Paulo.

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